Relatos perturbadores de pilotos comerciais e controladores de tráfego aéreo no México descrevem uma série de encontros perigosos com objetos voadores não identificados que parecem ignorar as leis da inércia. Em um caso emblemático, o Capitão Ruano, de um voo da Aeromexico, sentiu um forte impacto durante a aproximação final, apenas para descobrir em terra que o suporte metálico do seu trem de pouso havia sido cortado ao meio de forma limpa, apesar de o radar não ter detectado nada no momento do choque. Além do perigo físico, esses objetos parecem emitir uma energia que distorce os instrumentos das aeronaves, fazendo com que indicadores de velocidade em jatos como o Boeing 747 saltem subitamente de 500 para 800 nós, forçando os pilotos a assumirem o controle manual para evitar desastres em áreas urbanas densamente povoadas.
