No campo dos estudos sobre futuros distópicos e jogos de RPG como o Cyberpunk, surge o conceito perturbador da “ciberpsicose”, uma condição mental que afeta aqueles que substituem partes excessivas de seu corpo orgânico por implantes tecnológicos. A teoria sugere que cada melhoria mecânica consome uma fração da empatia humana do indivíduo; quando esse nível de humanidade chega a zero, a pessoa torna-se um ser irracional e psicótico, perdendo a conexão emocional com outros seres humanos e passando a se identificar mais com as máquinas. Esse fenômeno serve como um alerta filosófico sobre os riscos de perdermos nossa essência biológica em troca de poder e eficiência tecnológica.
