Ataque aos Polos: Bombas Nucleares no Cinturão de Van Allen

Durante o Ano Geofísico Internacional de 1957-58, os governos dos Estados Unidos e da União Soviética conduziram experimentos altamente invasivos ao detonarem dispositivos nucleares na alta atmosfera sobre a Antártida e o Ártico. Essas explosões visavam estudar os efeitos no campo magnético terrestre, mas resultaram na fragmentação do Cinturão de Van Allen em uma série de zonas descontínuas e seriamente perturbadas. Devido à estrutura toroidal do campo magnético, que se aproxima da superfície nos polos, a humanidade conseguiu “atacar” processos naturais equilibrados com partículas carregadas, gerando pulsos eletromagnéticos (EMP) cujos dados técnicos foram mantidos em sigilo por muito tempo.

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